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Jerusalém é atacada e pode entrar em guerra a qualquer momento

Posted on 17 de nov de 2012 and filed under ,

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As Brigadas Ezzedine al-Qassam, o braço armado do Hamas na região da Faixa de Gaza, assumiram a responsabilidade pelo foguete M75 que caiu em Jerusalém ontem. Trata-se do primeiro ataque contra a cidade eterna desde a década de 1970.


A sirene de alerta soou no início da tarde na cidade, assustando os moradores. Ninguém ficou ferido. Horas antes, outro foguete caiu perto de Tel Aviv, gerando pânico na praia perto da costa. Caiu perto da embaixada dos Estados Unidos, gerando um clima de crise internacional.

“A Força Aérea realizou a maioria das missões e nós registramos sucessos significativos. O exército está pronto para expandir sua operação”, explicou Moshé Yaalon, ministro de Assuntos Estratégicos. Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro israelense, que está em campanha eleitoral, declarou que tomará “todas as ações necessárias”. Foram convocados 75 mil reservistas para ficarem em estado de alerta, significando que o país está se preparando para uma guerra iminente.

Esse é o maior número de convocações extraordinárias no país em décadas. Para termos de comparação último conflito sério  com o Hezbollah, em 2006 e à ofensiva Chumbo Fundido em Gaza, 2008, não chegaram a 40 mil. O canal 10 da TV israelense informa que até agora foram mobilizados cerca de 20 mil. Uma soldado entrevistado pela agencia EFE disse que “bases inteiras ficaram vazias” após  o deslocamento de forças militares para a fronteira.

Curiosamente, a guerra já foi declarada nas redes sociais. O perfil oficial do Hamas no Twitter foi usado para fazer ameaças e postar mensagens e fotos dos recentes ataques israelenses. Por seu lado, o exército israelita usou suas diversas contas no Facebook e no Twitter, para revidar e fazer pedidos de retuites de textos antipalestinos. Dos dois lados a palavra guerra foi usada exaustivamente.

No mundo real, nos últimos dias, cerca de 280 foguetes foram disparados contra Israel pelos palestinos da Faixa de Gaza. Destas, 130 fora interceptados pelo sistema antimísseis do exército israelense. Mesmo assim, três pessoas morreram e várias ficaram feridas.

O conflito se acirrou no momento em que a Palestina procura o reconhecimento de um Estado independente pela ONU, que deve ser votada na Assembleia Geral dia 29 de novembro. Jerusalém é um dos principais pontos da negociação de paz. Pois, enquanto Israel declara Jerusalém como cidade “unificada e indivisível”, os palestinos desejam que a porção oriental da cidade seja a capital de seu futuro Estado.

G1|Pátio Gospel Noticias

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