Pulseiras do sexo causam polêmica
Posted on 31 de dez. de 2009 and filed under Assuntos Polemicos , Noticias
Elas são de silicone, coloridas, ganharam espaço na mídia por serem conhecidas como a pulseira da amizade, ou do sexo.
E-mails e reportagens sobre o assunto informam que as pulseiras são utilizadas em uma espécie de jogo que virou febre nas escolas do Reino Unido e teria agora invadido as grandes cidades brasileiras. Boato ou verdade, moda ou algo que reflete a sexualidade de crianças e adolescentes no país, ninguém tem uma conclusão sobre o fato. O certo é que essas pulseiras aparentemente inocentes são vendidas em lojas e ambulantes há bastante tempo.
O jogo funciona mais ou menos assim: a criança ou adolescente coloca diversas pulseiras coloridas no braço e outro estudante tenta arrebentar um dos adereços. Cada cor representa uma ação a ser paga pela pessoa que usa a pulseira, que vai desde um abraço até manter relação sexual com quem arrebentou o enfeite.
As estudantes de uma escola particular de Barra Mansa, Lizandra, 14 anos, e Mônica, 13 anos, nomes fictícios, confessaram que usaram as pulseiras, mas negam que elas teriam alguma conotação sexual. “Na época que usava era apenas como enfeite. Em outubro minha mãe mostrou um e-mail contando sobre como elas eram usadas na Inglaterra, então parei de usar para não dar problemas”, fala Lizandra, revelando que a maioria das pessoas desconhece a ligação sexual das pulseiras.
Mônica relata que após o assunto ficar mais popular na escola algumas garotas começaram a brincar de Snap, como é chamado o jogo nas escolas inglesas. “Acho que a Internet ajudou a propagar a brincadeira. Se ninguém brincava, agora com essa confusão vão passar a brincar”, diz.
Vendas
Um saquinho com dez unidades de cores sortidas custa em média R$ 2,00. Segundo um vendedor ela começou como pulseira da novelinha Malhação e agora dizem que é da amizade.
A dona de casa Ana Lucia dos Santos, mãe de duas meninas de 12 e seis anos, ficou assustada com a possível brincadeira relacionada às pulseiras. “Acho tudo isso um absurdo. Sou evangélica e sei que minhas filhas só usariam esses enfeites sem saber dessa história. Isso é coisa de quem abusa da inocência das crianças. Agora vou alertar outras mães para que os filhos não sejam constrangidos pelo uso da pulseira sem saber”, diz.
E-mails e reportagens sobre o assunto informam que as pulseiras são utilizadas em uma espécie de jogo que virou febre nas escolas do Reino Unido e teria agora invadido as grandes cidades brasileiras. Boato ou verdade, moda ou algo que reflete a sexualidade de crianças e adolescentes no país, ninguém tem uma conclusão sobre o fato. O certo é que essas pulseiras aparentemente inocentes são vendidas em lojas e ambulantes há bastante tempo.
O jogo funciona mais ou menos assim: a criança ou adolescente coloca diversas pulseiras coloridas no braço e outro estudante tenta arrebentar um dos adereços. Cada cor representa uma ação a ser paga pela pessoa que usa a pulseira, que vai desde um abraço até manter relação sexual com quem arrebentou o enfeite.
As estudantes de uma escola particular de Barra Mansa, Lizandra, 14 anos, e Mônica, 13 anos, nomes fictícios, confessaram que usaram as pulseiras, mas negam que elas teriam alguma conotação sexual. “Na época que usava era apenas como enfeite. Em outubro minha mãe mostrou um e-mail contando sobre como elas eram usadas na Inglaterra, então parei de usar para não dar problemas”, fala Lizandra, revelando que a maioria das pessoas desconhece a ligação sexual das pulseiras.
Mônica relata que após o assunto ficar mais popular na escola algumas garotas começaram a brincar de Snap, como é chamado o jogo nas escolas inglesas. “Acho que a Internet ajudou a propagar a brincadeira. Se ninguém brincava, agora com essa confusão vão passar a brincar”, diz.
Vendas
Um saquinho com dez unidades de cores sortidas custa em média R$ 2,00. Segundo um vendedor ela começou como pulseira da novelinha Malhação e agora dizem que é da amizade.
A dona de casa Ana Lucia dos Santos, mãe de duas meninas de 12 e seis anos, ficou assustada com a possível brincadeira relacionada às pulseiras. “Acho tudo isso um absurdo. Sou evangélica e sei que minhas filhas só usariam esses enfeites sem saber dessa história. Isso é coisa de quem abusa da inocência das crianças. Agora vou alertar outras mães para que os filhos não sejam constrangidos pelo uso da pulseira sem saber”, diz.
1 Response
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Olha eu tinha duas, disseram se ue bloqueasse eu nõa teria que pagar! isso foi no recreio , quando cheguei na sala um garoto arrebentou ! eu disse que estava bloqueada ... elas podem bloquear ?